Segundo o delegado Rodrigo Pinheiro, que investiga o caso, o crime foi cometido no dia 24 de julho quando o suspeito pôs remédio para dor de cabeça na água das crianças com a intenção de que elas dormissem o "parassem de o incomodar".
“As crianças contaram com riqueza de detalhes que o suspeito pegou o remédio e colocou na água delas para que elas dormissem. Pouco tempo depois de ingerir a água as crianças passaram mal e precisaram ser levadas ao hospital, inclusive uma delas desmaiou, teve uma queda acentuada de pressão e foi transferida para Campina Grande”, disse o delegado.
Ainda segundo o delegado, o servidor da creche negou que tenha tentado dopar as crianças, afirmando que esqueceu o remédio perto do bebedouro de água e que as crianças teriam ingerido o medicamento por conta própria.
“Estamos investigando o caso, mas já é claro que o suspeito mente. Ele segue solto, mas afastado de suas funções e, confirmadas a conduta ilegal, ele vai responder pelo crime de tráfico de drogas, pelo fato de administrar uma droga lícita (remédio) sem autorização dos pais e responsáveis das crianças”, contou o delegado.
Portal Correio

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