Para entrar em vigor nas próximas eleições, a reforma tem que passar até setembro por votações nos plenários da Câmara e do Senado, onde precisa do apoio de pelo menos 60% dos parlamentares.
A criação do fundo é uma resposta dos deputados à proibição do financiamento empresarial pelo Supremo Tribunal Federal, em 2015. Já a extinção dos vices tem como argumento a economia de gastos. Em caso de vacância dos titulares, assumiriam os chefes do Legislativo.
Esvaziada, a reforma política deve se concentrar em poucos pontos. Os principais são o novo fundo, a possível mudança do modelo e as regras para reduzir o número de partidos com baixo desempenho nas eleições.
Com informações da Folhapress.

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