Participaram da operação, agentes peninetciários e agentes do Grupo Penitenciário de Operações Especiais (GPOE) e Bombeiros Militares. Além dos objetos recolhidos nas celas, a ação visou identificar possíveis cosntruções de túneis subterrâneos para fuga de detentos.
Tales Almeida explicou que boa parte dos espetos e facas artesanais achados na unidade são confeccionados nas próprias celas. Já os celulares entram por meio de falhas nas revistas íntimas de parentes de presos.
Ainda conforme o diretor do presídio, a última operação pente fino na unidade prisional tinha sido realizada no mês passado.
Fonte: G1 - BONITO EM FOCO
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